COLABORAÇÃO
VOLUNTÁRIA
| Um ponto a merecer
atenção é o facto de até agora, o esforço
reivindicativo da AEMO ter recaído exclusivamente sobre a geração
que em 1974 actuava no mercado de trabalho. Os jovens parecem ter esquecido
que, sendo deles o futuro, serão eles os principais beneficiários
de uma luta que estamos longe de dar por perdida.
De todos e de tudo precisamos: de dedicação à causa, de imaginação criativa, de fundos financeiros. Alguns sucessos alcançámos já, e vamos também encontrando responsáveis políticos que individualmente nos reconhecem razão e criticam as injustiças praticadas. Mas é preciso muito mais: que seja o governo da nação a considerar ponto de honra de um Estado digno a reparação de situações que só ele criou e de que foram vítimas inocentes cidadãos seus. Jovens e menos jovens, façam
desta causa a vossa causa que, por estar do lado da justiça, terá
de ter futuro. Não permitamos que, mais uma vez, ele nos passe ao
largo.
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